Domingo, 18 de Dezembro de 2011
Natal

"O Natal do comércio chega de um dia para o outro. Fácil, cintilante, confuso, pré-fabricado. É um Natal visual. Um amontoado de símbolos. Um ar do tempo. Dentro de nós, porém, sabemos que não é assim. Para ser verdade, o Natal não pode ser só isto. Não pode servir apenas para uma emoção social, para um corrupio de compensações, compras e trocas. Para ser verdade, o Natal tem de ser fundo, pessoal, despojado, interpelador, silencioso, solidário, espiritual. Acorda em nós, Senhor, o desejo de um Natal autêntico."

 

Tolentino Mendonça.


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vogue italia accessory sep 11

portuguese soul advertorial @ vogue italia accessory sep 11

 



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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011
ai



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Sexta-feira, 8 de Julho de 2011
volta sempre

Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.

Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.

Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.

Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.

Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.



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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
as visistas

casa em leiria no blog da laurinda!

 



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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010
house in leiria



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Sábado, 18 de Setembro de 2010
coisas simples

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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010
house in leiria



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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010
house in leiria



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Architecture Biennale


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Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010
house in leiria



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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
house in leiria



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Terça-feira, 24 de Agosto de 2010
amanhã não me procures aqui



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house in leiria



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house in leiria



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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010
house in leiria



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Domingo, 22 de Agosto de 2010
house in leiria



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Domingo, 8 de Agosto de 2010
de regresso ao blog

esta é a casa que deu origem a este blog! nada podia ser mais inspirador para recomeçar.



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Quinta-feira, 24 de Junho de 2010
trabalhar, trabalhar muito, trabalhar muitas horas


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Domingo, 1 de Novembro de 2009
noite das bruxas


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...



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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
...

a.l.


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Domingo, 11 de Outubro de 2009
pivots tv

carla jorge de carvalho e marta atalaya
pivots tv por paulo gomes

 


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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
#4

 



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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
#3



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Terça-feira, 6 de Outubro de 2009
#2

neste impasse deixo-vos desenhos do jorge colombo.



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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
#1

 



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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
new york fashion week
http://vimeo.com/6571385

 


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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
o discurso MEP na noite das eleições

"a derrota faz parte da vida.

faz parte daquela coisinha tão importante que é tentar.

falhar é acima de tudo não tentar...  e nós tentámos!

 



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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
vote MEP



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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
sempre presente neste blog


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o presidente falou aos alunos da américa

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.

E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.

Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.

Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.

Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.

Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.

Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.

Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.

A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.

E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.

Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.

E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.

A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.

É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.

Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido."

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.

Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.

Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude.

E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.

A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.

É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.


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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
finanças, jornal i

Os azares acontecem, mas, ao contrário do que muitos acreditam, é possível planeá-los, em particular se forem imprevistos financeiros. Os especialistas em finanças pessoais concordam que a criação do fundo de emergência é tão importante como a redução da dívida. Um fundo de emergência é uma reserva de dinheiro que está pronta a entrar em acção caso surja um acontecimento inesperado que exija capital. A perda do emprego, uma despesa médica substancial, uma reparação grave na casa ou no carro e uma factura surpresa do fisco são exemplos de ocorrências que justificam a mobilização do fundo de emergência. A compra de um carro novo, a remodelação da casa ou as próximas férias já não devem usar esse fundo, porque poderiam ser planeadas antecipadamente.

Quanto reservar na espera pelo inesperado? Normalmente, os especialistas apontam que o fundo de emergência deve garantir entre três e seis meses de despesas correntes. A razão é simples: a emergência financeira mais usual surge quando se perde o emprego e três ou seis meses é quanto se demora a arranjar outro trabalho ou a começar a receber o subsídio de desemprego. Basta imaginar as necessidades financeiras que precisaria de satisfazer se perdesse o emprego para perceber a importância da reserva financeira.

Embora os três a seis meses sejam uma referência, deve estudar o seu caso particular. Se tem filhos ou dívidas, pondere incrementar a sua margem de segurança por mais alguns meses. Se é solteiro, não tem dívidas ou se está bem protegido com seguros (saúde, responsabilidade civil, vida ou outros) pode aligeirar o fundo de emergência.

Não pense que, caso aconteça um imprevisto, não precisará obrigatoriamente de uma reserva. Na altura da emergência, os bancos podem estar num aperto (como agora), o que os levaria a restringir o crédito. Além disso, as instituições de crédito não gostam de emprestar dinheiro a quem está com dificuldades financeiras. Em alternativa, talvez possa recorrer à sua família ou aos seus amigos para lhe emprestarem o capital necessário para sair da aflição. É arriscado contar com isso: quando precisar do dinheiro, os familiares e amigos também podem estar numa situação de emergência - e, naturalmente, satisfarão as suas necessidades primeiro, antes de lhe darem crédito.

Perto mas pouco acessível A regra fundamental para o seu fundo de emergência é que tem de ser rapidamente mobilizável, porque os imprevistos não esperam. O ideal é que, após a sua ordem de movimentação, o dinheiro fique disponível na sua conta à ordem entre um e dois dias depois. O destino do seu dinheiro também deve exigir aplicações reduzidas, porque é pouco provável que consiga constituir a sua reserva rapidamente. Aliás, não tenha pressa: o truque é começar devagar. Deverá demorar algum tempo até acumular o suficiente para um mês de despesas, quanto mais três ou seis meses.

As contas de poupança são os instrumentos ideais porque, além de simples e não terem comissões, os bancos não exigem muito para a constituição (250 euros, em média) e os reforços podem ser baixos (a começar nos 25 euros). As taxas de juro são muito reduzidas - actualmente cerca de 0,5% entre os maiores bancos -, mas essa é uma característica secundária na constituição de um fundo de emergência.

Se não se importar de ter algum trabalho, pode optar por uma estratégia mensal usando depósitos a prazo, cujas taxas de juro são ligeiramente superiores às das contas de poupança. Contudo, não aplique o dinheiro todo num único depósito a prazo: divida o dinheiro pelo número de meses que quer que a sua poupança garanta. Por exemplo, se tem 3000 euros como fundo de reserva de seis meses, constitua depósitos a prazo de 500 euros que se vençam em Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro. À medida que os depósitos se vencem, deve pôr o dinheiro num novo depósito a seis meses. Deste modo, terá sempre um depósito a vencer-se no prazo máximo de um mês. A desvantagem deste modelo é que o seu fundo de emergência passa pela sua conta à ordem, ao contrário da conta de poupança, o que pode ser uma provocação ao seu desejo consumista.

Se ter dinheiro no banco é uma grande tentação para si, opte por certificados de aforro. Após a primeira subscrição, pode reforçar a poupança (no mínimo de 100 euros) através do sítio aforronet.igcp.pt e do Multibanco ou do serviço electrónico do seu banco. Contudo, quando precisar do dinheiro, terá de ir a uma estação dos Correios, o que reduz qualquer estímulo de resgate que não seja destinado a satisfazer uma emergência. A limitação dos certificados está na impossibilidade de conseguir o reembolso antes dos primeiros três meses.

A sua reserva de emergência também pode residir num fundo de tesouraria, como o Espírito Santo Monetário, um dos fundos portugueses preferidos da Morningstar, uma firma independente de avaliação de fundos. Basta um dia útil para reaver o dinheiro amealhado, 250 euros para a primeira subscrição e 100 euros para os reforços.

Qualquer que seja a solução para aplicar a sua reserva, é importante que não haja risco de perda. O objectivo do fundo de emergência é reduzir o risco e o stresse da sua vida financeira - e não o oposto.



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Terça-feira, 21 de Julho de 2009
todos os meses neste envelope



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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
demais

Scarlett Johansson, no blog do costume.


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Sábado, 11 de Julho de 2009
fogo posto, fogo post

acabei a semana a dar formação sobre blogs a professores.

os blogs podem ser uma ferramenta poderosa para incentivar os alunos a produzir conteúdos escritos e gráficos.

desenho em paint: simão vieira.



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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
apetece-me este sítio

Nestes dias que ando a 1000 apetece-me muito praia e tempo para não fazer nada.

fotografia: Mariana Sabido



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Domingo, 21 de Junho de 2009
...



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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
o ciclo antónio câmara continua

 

 



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Sábado, 13 de Junho de 2009
iSketch

 


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